Cap.1- Visão que teve Ezequiel junto
ao rio Quebar. Uma semelhança de quatro animais, cor de âmbar, com rostos,
pés e aparência de e homem. Tinha asas e movimentava-se; tinha rodas e seu
ruído era como o de muitas águas.
Cap.2- A visão fala Ezequiel, que é
enviado aos filhos de Israel e às nações rebeldes, quer eles ouçam ou
não. E deu-lhe um rolo de livro escrito por dentro e por fora.
Cap.3- Ezequiel comeu o livro e em
sua boca era doce como mel. E foi enviado ao povo, mas o povo não lhe deu
ouvidos.
Cap.4- E mandou-lhe tomar um tijolo
para representar por meio dele o ouro de Jerusalém. Mandou-lhe deitar-se
sobre ambos os lados, por determinado número de dias; comer uma certa
quantidade de comida e de água; e um bolo feito com esterco para representar
a contaminação.
Cap.5- E, raspando os cabelos, pesar
deles uma parte, uma parte queimar e outra parte espalhar ao vento, para
representação da maldade de Jerusalém. É dito que parte do povo morreria
de peste, parte de espada e parte seria espalhada.
Cap.6- Profecia contra os montes de
Israel. Os altares seriam quebrados e os ídolos destruídos; o Senhor seria
reconhecido; a terra seria assolada mais do que o deserto.
Cap.7- Que viria o fim e o juízo; o
furor do Senhor seria derramado sobre Israel, de quem o Senhor não teria
piedade. Tudo estava pronto para o fim. Seria entregue nas mãos de estranhos;
a miséria viria sobre eles.
Cap.8- Ezequiel é conduzido em
espírito à porta de Jerusalém e lá vê os ídolos; vê mulheres chorando
diante de um ídolo e vê outras idolatrias e abominações. Por isso o Senhor
procederia com furor.
Cap.9- O Senhor dá ordem para que se
marque com um sinal as testas de todos os que lamentavam a idolatria, mas que
os outros fossem mortos à espada.
Cap.10- Repete-se a mesma visão
junto a Quebar: uma semelhança de quatro animais, com rodas, asas e
aparência de homem. Mas dessa vez ele é mandado tirar brasas de entre as
rodas e espalhá-las pela cidade.
Cap.11- O Espírito leva Ezequiel a
ver príncipes que maquinavam vilezas e ensinavam enganos. Promessa que o
Senhor fez de restaurar a terra, trazendo os que se dispersariam.
Cap.12- O Senhor manda que Ezequiel
se mude de casa e leve seus móveis de uma certa forma que representa o estado
do cativeiro, para que o povo compreenda, embora seja de casa rebelde.
Cap.13- Palavra contra os falsos
profetas que seguem o seu próprio espírito, tendo visões falsas, dizendo
que o Senhor fala. Por isso o Senhor será contra eles. Também contra as
profetizas que mentem; o povo seria liberto delas.
Cap.14- Contra os idólatras. O
Senhor manda que se convertam e se apartem dos ídolos. Fala sobre como a
terra seria julgada sem esperança de salvação, nem por intercessão de Noé,
Daniel e Job.
Cap.15- Fala a respeito da vara da
videira que só serve para o fogo e depois se torna carvão inútil. Comparada
a Jerusalém.
Cap.16- Da infidelidade de
Jerusalém; ela foi como filha rejeitada. O Senhor a achou, criou e susteve.
Quando se viu bela e ornada, prostituiu-se, fazendo pior do que as
prostitutas, pois que pagava seus amantes. O castigo que viria sobre ela.
Cap.17- Parábola das duas águias:
uma vai ao Líbano e leva a ponta de um cedro que, plantada, cresceu e se fez
videira. A outra destruiria essa videira, Depois é explicada que isto se
trata do cativeiro na Babilônia.
Cap.18- Sobre o provérbio dos pais
que comeram uvas verdes e os dentes dos filhos é que embotam. O Senhor fala
sobre a responsabilidade de cada um, que é pessoal. Israel acha que o caminho
do Senhor não é direito, mas o Senhor diz que não se apraz com a morte do
perverso.
Cap.19- Parábola da leoa cujos
leõezinhos se tornam assassinos e por isso seriam cativos. Também fala da
videira arruinada, arrancada com furor e agora plantada no deserto.
Cap.20- Os anciãos vêm consultar o
Senhor e lhes é dito que devem considerar as abominações dos seus pais. O
Senhor fala como eles se rebelaram, e por isso derramara sobre eles o furor.
Sacrificaram a outros deuses, mas o promete reconduzí-los à terra.
Cap.21- Sobre a espada do Senhor, que
foi afiada e estava pronta para agir, vindo da Babilônia. Profanaram e
perverteram, por isso seriam reduzidos à ruína.
Cap.22- Palavra contra as
abominações de Jerusalém, que derrama o sangue em seu meio e se contamina
com seus ídolos. Os príncipes fazem o mal e se corrompem; seriam dispersos.
Cap.23- Fala de duas meretrizes:
Oolá e Oolibá, que são Samaria e Jerusalém: ambas caíram na
prostituição com outras nações, após deixarem o Senhor. Menciona-se a
natureza de sua perversão; o mal que adviria a Jerusalém como viera a
Samaria.
Cap.24- Parábola de uma panela posta
no fogo, mas sua ferrugem não sai, nem que se torne incandescente. Morre a
mulher de Ezequiel e sua lamentação é tomada para ensinar ao povo a palavra
do Senhor.
Cap.25- Palavra aos filhos de Amon,
sobre o castigo que viria sobre eles, pois tiveram prazer na ruína de Israel.
Palavra contra Moabe, pois que igualou Israel a outras nações. Contra Edom,
porque se vingou de Israel. Contra os filisteus, porque usaram de vingança
contra o despojo.
Cap.26- Contra Tiro, que disse
"ha! ha!" no tocante a Jerusalém; seus muros e torres seriam
destruídos; seriam um enxugadouro de redes e seus filhos morreriam à espada.
Nabucodonosor a pisaria com seus cavalos. Cairia, e as ilhas do mar
estremeceriam com o estrondo.
Cap.27- Lamentação sobre Tiro, que
se disse perfeita em sua formosura. Seus barcos e suas riquezas seriam
reduzidos a silêncio no meio do mar.
Cap.28- Profecia contra o rei de
Tiro, que se elevou em seu coração e se disse deus; por isso viriam
estranhos sobre ele e manchariam seus resplendor. Fala da sabedoria e do
fausto dele no Éden. Por causa de sua profanação, tornar-se-ia em cinza
sobre a terra.
Cap.29- Profecia contra o Egito;
chama Faraó de grande dragão que repousa no meio do rio dizendo ser o rio
dele. Ficaria no deserto, bem como todo peixe do rio. Os egípcios seriam
dispersos mas depois de 40 anos retornariam.
Cap.30- Profecia contra o Egito. Uma
espada viria ao Egito. Seria assolado e incendiado por Nabucodonosor. O Senhor
destruiria seus ídolos.
Cap.31- Outra profecia contra Faraó,
em sua grandeza comparado à Assíria: era um cedro que cresceu e se elevou
com a chuvas; como se elevara, o Senhor o entregaria na mão de nação
poderosa.
Cap.32- Novamente, palavra acerca de
Faraó: sua carne ficaria sobre os montes e a terra seria regada com o seu
sangue vindo contra ele a espada do rei da Babilônia.
Cap.33- O ofício do verdadeiro
profeta. Cumprindo sua missão de avisar o povo acerca do perigo, não seria
responsabilizado se alguém morresse à espada. Mas se não o fizesse, o
sangue daquele que morresse seria cobrado de sua mão.
Cap.34- Profecia contra os pastores
de Israel, dos que apascentavam a si mesmo e beneficiava-se da gordura e da
lã do rebanho, dispersando as ovelhas. O Senhor estaria contra eles; o Senhor
mesmo buscaria suas ovelhas e as reuniria de diversas nações.
Cap.35- Profecia contra o monte Seir;
as cidades seriam assoladas, os montes cheios dos trespassados, porquanto se
alegrara com a herança da casa de Israel, porque foi assolada.
Cap.36- Profecia aos montes de
Israel. O Senhor levantou a sua mão, para que os gentios levem o seu
opróbrio sobre si mesmos. Mas o Senhor estaria com os montes de Israel, onde
se multiplicariam os homens. A restauração de Israel.
Cap.37- Visão que Ezequiel teve de
um vale de ossos secos. Profetizou sobre eles e foram feitos homens viventes.
Refere-se aos filhos de Israel que seriam tomados de entre as nações e
congregados na sua terra.
Cap.38- Profecia contra Gogue. O
Senhor seria contra ele e o faria voltar e ser levado com todo o seu
exército.
Cap.39- Continua a profecia contra
Gogue: seria desarmado. Os habitantes de Israel sairiam e totalmente o
queimariam. Gogue seria sepultado em Israel.
Cap.40- Visão de Ezequiel, olhando
de um altíssimo monte, a respeito do templo e de suas várias dimensões,
segundo a medida de cada aposento.
Cap.41- Continua a descrição do
templo e suas dimensões.
Cap.42- Continua a descrição do
templo e suas dimensões.
Cap.41- Continua a descrição do
templo e suas dimensões.
Cap.42- Continua a descrição do
templo e suas dimensões.
Cap.43- Continua. Acrescenta-se a
descrição do altar. O Senhor lhe manda informar ao povo a forma da casa e as
suas leis, e fala acerca dos estatutos.
Cap.44- Visão da porta do
santuário. Profecia contra a casa de Israel, que profanara e invalidara o
concerto do Senhor. Fala dos levitas que se tornaram sacerdotes de ídolos;
mas os de Zadoque entrariam no santuário.
Cap.45- Fala da terra a ser
repartida: uma parte seria reservada ao templo. A lei do Senhor seria
observada na terra. Das leis que deveriam ser observadas.
Cap.46- Continua falando a respeito
das leis; instruções a respeito do príncipe e da atitude do povo. As festas
e os rituais.
Cap.47-Dá outras instruções; faz
Ezequiel passar pelas águas até não ter mais vau, pois eram águas
profundas. Essas águas iriam até o mar e o vivificaria. Em suas margens se
produziriam frutos em abundâncias.
Cap.48- São descritos os limites das
doze tribos de Israel e uma parte é separada para possessão dos levitas.
Cada tribo teria a sua porção.